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Πέμπτη, 15 Δεκεμβρίου 2016

Tradução para o português e validação do questionário de controle da rinite Rhinitis Control Assessment Test (RCAT) [Livre artigo]

Tradução para o português e validação do questionário de controle da rinite Rhinitis Control Assessment Test (RCAT) [Livre artigo]: Pedro Henrique Fernandes, Fausto Matsumoto, Dirceu Solé, Gustavo Falbo Wandalsen
Braz J Otorhinolaryngol 2016;82:674-9

Resumo - Texto Completo - PDF
Braz J Otorhinolaryngol 2016;82:674-9
Tradução para o português e validação do questionário de controle da rinite Rhinitis Control Assessment Test (RCAT)
Pedro Henrique Fernandesa, Fausto Matsumotoa, Dirceu Soléa, Gustavo Falbo Wandalsena
a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Escola Paulista de Medicina, Departamento de Pediatria, Disciplina de Alergia, São Paulo, SP, Brasil
Resumo
Introdução: O Rhinitis Control Assessment Test (RCAT) é um questionário simples e autoaplicável desenvolvido para avaliar o controle da rinite.

Objetivos: Traduzir para o Português validar o RCAT.

Método: A tradução do RCAT foi feita por dois tradutores com posterior versão para a Língua Inglesa. O RCAT foi então aplicado de forma transversal a 141 adolescentes com rinite alérgica.

Resultados: A consistência interna do RCAT foi 0,73. As notas totais do questionário se correlacionaram significantemente com os escores de sintomas nasais e extra-nasais e pico de fluxo inspiratório nasal (r: –0,73, –0,58 e 0,52, respectivamente; p < 0,001) e foram significantemente diferentes quando separadas pela opinião médica sobre o controle da rinite e pela gravidade dos sintomas nasais. Os pontos de corte entre 22 e 24 foram os com maiores áreas sob a curva ROC para definição do controle da rinite. Os escores de sintomas nasais e extra-nasais foram significantemente diferentes quando os pacientes foram separados pelo ponto de corte de 22 (medianas de 4,0 vs. 8,0 e 2,0 vs. 5,0; p < 0,001).

Conclusões: A versão em Português do RCAT se mostrou uma ferramenta válida e com bom poder discriminativo para separar pacientes com rinite alérgica controlada e não controlada.

Resumo
Introduction: The Rhinitis Control Assessment Test (RCAT) is a simple self-administered questionnaire developed to assess control of rhinitis.

Objectives: Translate into Brazilian Portuguese and validate the RCAT.

Methods: The RCAT was translated into Portuguese by two translators and subsequently back-translated into English. It was then applied to 141 adolescents with allergic rhinitis.

Results: The internal consistency of the RCAT was 0.73. The questionnaire scores showed significant correlation with total nasal and extra-nasal symptom scores and nasal peak inspiratory flow (r: −0.73, −0.58 and 0.52, respectively; p < 0.001) and were significantly different when divided by physician global assessment and total nasal symptom score severity. Cutoff points between 22 and 24 had the higher areas under the ROC curve to identify patients with rhinitis control. Total nasal and extra-nasal symptom scores were significantly different when a cutoff point of 22 was used (median: 4.0 vs. 8.0 and 2.0 vs. 5.0; p < 0.001).

Conclusions: The Brazilian Portuguese version of the RCAT was shown to be a valid and discriminant tool to identify patients with controlled and uncontrolled allergic rhinitis.

Palavras-chave
Rinite alérgica; Questionários; Controle; Estudos de validação
Keywords
Allergic rhinitis; Questionnaires; Control; Validation studies
Introdução

A rinite alérgica é a doença alérgica mais prevalente em nosso meio. Dados brasileiros, obtidos pelo estudo ISAAC (International Study of Asthma and Allergies in Childhood), apontaram que a prevalência de rinite em crianças e adolescentes varia de 10 a 47%, dependendo da definição empregada e da faixa etária estudada.1 Tradicionalmente, a rinite alérgica foi considerada uma doença de menor relevância, devido à sua baixa morbidade e mortalidade. Na última década, a importância da rinite alérgica tem sido cada vez mais destacada, principalmente por suas complicações, alto custo, impacto negativo na qualidade de vida e associação com outras doenças.2,3

Atualmente, as recomendações para o manejo farmacológico da rinite alérgica são baseadas na classificação de gravidade da doença e na persistência dos sintomas.2 Estas recomendações são facilmente aplicáveis em pacientes sem tratamento vigente, quando do início do acompanhamento, mas são menos aplicáveis para nortear mudanças ao longo do tempo e incapazes de mensurar a resposta ao tratamento aplicado. A abordagem da doença pelo nível de controle dos sintomas já demonstrou ser útil e prática na asma, sendo a forma recomendada atualmente para o seu manejo.4

Há alguns anos foi desenvolvido um questionário para avaliação do nível de controle da rinite, denominado Rhinitis Control Assessment Test (RCAT).5,6 Este questionário, desenvolvido em língua inglesa, é composto por seis perguntas com cinco graduações de resposta que compõem um escore total. As perguntas se referem à última semana e abordam sintomas (congestão nasal, espirros e lacrimejamento ocular), interferência no sono e nas atividades diárias e opinião pessoal sobre o controle dos sintomas.5,6

O estudo da versão original do RCAT demonstrou que o questionário é válido e confiável, podendo ser utilizado para triagem rápida de pacientes com dificuldade de controle dos sintomas de rinite e como ferramenta adicional no manejo clínico da rinite.6

O presente estudo teve por objetivos traduzir e adaptar para o português (cultura brasileira) o questionário RCAT e validar sua versão traduzida.

Método

A tradução do questionário RCAT para o português foi feita por dois tradutores distintos, com posterior versão para a língua inglesa e conciliação final das versões. A versão obtida foi então aplicada a dez pacientes com rinite alérgica (maiores de 11 anos), para avaliação da intelecção.

A validação da versão traduzida do questionário foi feita em avaliação observacional, descritiva, analítica e transversal, aplicada a pacientes de um ambulatório de referência em alergia. Adolescentes (12 a 18 anos, ambos os gêneros) com diagnóstico de rinite alérgica documentada há pelo menos seis meses foram convidados a participar da validação do questionário. Participaram apenas os pacientes com comprovação de sensibilização alérgica a pelo menos um alérgeno inalado, demonstrada por teste cutâneo de leitura imediata ou IgE sérica específica realizado nos últimos dois anos.

Não foram convidados a participar do estudo aqueles com história de sintomas compatíveis com quadros infecciosos das vias aéreas superiores nos últimos 15 dias, assim como os com neuropatias, déficits cognitivos e alterações estruturais das vias aéreas superiores (avaliação clínica).

Os pacientes responderam à versão traduzida do RCAT, constituído por seis perguntas referentes aos sintomas vivenciados na última semana. Cada pergunta recebeu pontuação que variou entre 1 e 5, de acordo com a frequência de relato, sendo pontuação 5 para “nunca”, 4 para “raramente”, 3 para “às vezes”, 2 para “frequentemente” e 1 para “muito frequentemente”. A pontuação final (RCATT) dada pela somatória de todas as perguntas pôde variar entre 6 e 30 pontos.6 De acordo com a pontuação total obtida, os pacientes foram divididos em dois grupos distintos, segundo a validação original do questionário: controlados (≥ 22 pontos) e não controlados (< 22 pontos).6

Além disso, os pacientes foram avaliados pelo escore de sintomas nasais (ESN) e extranasais (ESEN). O ESN foi relativo à semana anterior à avaliação e atribuído pelo próprio paciente (escala de 0 a 3) para coriza, obstrução nasal, prurido nasal, espirros e gotejamento pós-nasal, e calculado pela soma dos escores obtidos para os cinco sintomas. A gravidade do quadro clínico foi classificada de acordo com o ESN, sendo considerada leve (ESN 0 a 5), moderada (ESN 6 a 10) ou grave (ESN 11 a 15).6 O ESEN, também da semana prévia à avaliação, foi mensurado, abordando os seguintes sintomas: lacrimejamento, prurido ocular, prurido faríngeo e hiperemia ocular, que foram quantificados conforme o ESN (máximo 12).

Foi realizada avaliação objetiva da função nasal pela mensuração do pico de fluxo nasal inspiratório (PFIN) com equipamento específico (In-Check®, Clement Clarke, Inglaterra). Durante o procedimento, os pacientes foram instruídos a realizar inspiração profunda até a capacidade pulmonar total, mantendo os lábios totalmente fechados. A taxa de fluxo máxima foi lida pelo cursor em litros por minuto. Foram realizadas pelo menos três medições, com registro da melhor leitura dentre as três com menos de 10% de variação.7

Todos os pacientes passaram por avaliação médica antes da aplicação dos questionários, quando foram anotadas as medicações utilizadas e comorbidades associadas. Foi solicitada opinião médica em relação ao controle dos sintomas nasais do paciente, com a classificação subjetiva do médico em controlado, parcialmente controlado e não controlado. De forma semelhante, o médico relatava sua opinião sobre a adesão ou não ao tratamento proposto em consulta anterior, de acordo com dados obtidos na anamnese.

O estudo obteve aprovação da Comissão de Ética em Pesquisa da instituição (protocolo 282867), e o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e o Termo de Assentimento foram obtidos de todos os participantes e seus responsáveis.

O cálculo amostral foi realizado baseando-se nos coeficientes de correlação encontrados entre as notas do questionário original e os escores clínicos, que variaram entre 0,3 e 0,6.6 Dessa forma, estimando r mínimo de 0,3 seriam necessários ao menos 116 pacientes para garantir correlação significante com poder de 95% e p = 0,05.

A validação construtiva da versão traduzida do RCAT foi realizada comparando-se as notas obtidas com o ESN, ESEN e PFIN, por meio do teste de correlação de Spearman. A capacidade discriminativa foi avaliada com a comparação das notas do RCAT de acordo com a classificação médica de controle da rinite, e a gravidade dos sintomas nasais por testes não paramétricos (Mann-Whitney e Kruskal-Wallis). A consistência interna do RCAT foi avaliada pelo coeficiente alfa de Cronbach. Curvas ROC (Receiver Operating Characteristic Curve) foram construídas para estabelecer as notas de corte, segundo a opinião médica de controle (rinite controlada vs. rinite parcialmente controlada e não controlada).

Resultados

A versão traduzida para o português (cultura brasileira) do RCAT é apresentada na figura 1. Não houve diferenças importantes entre as duas traduções para o português, o que permitiu a consolidação final do RCAT traduzido, e a versão do inglês não causou modificações no instrumento original. Na avaliação inicial, o questionário foi facilmente compreendido pelos adolescentes e o seu preenchimento foi rápido.


Figura 1. Versão traduzida para o português (cultura brasileira) do RCAT.

Participaram da fase de validação 141 adolescentes entre 12 e 18 anos (mediana 13 anos), sendo a maioria do gênero masculino (74%) e de raça branca (47%). A mediana de anos com sintomas nasais foi de 8 anos (Intervalo interquartil [IIQ]: 5-11 anos). Todos frequentavam escola e eram alfabetizados. A consistência interna do questionário medida peloα de Cronbach foi 0,73.

Em relação à opinião médica sobre o controle dos sintomas nasais dos pacientes, 53 (38%) foram classificados como controlados, 51 (36%) como parcialmente controlados e 37 (26%) como não controlados. De acordo com a opinião médica, 106 (75%) pacientes foram considerados aderentes e 35 (25%) não aderentes.

A mediana do ESN foi 5 (IIQ: 3-8), a do ESEN foi 3 (IIQ: 1-6) e a do PFIN 130 L/min (IIQ: 100-150 L/min). De acordo com a pontuação do ESN, sintomas leves foram observados em 78 pacientes (55%), moderados em 50 (36%) e graves em 13 (9%). As notas do RCAT variaram entre 10 e 30, com mediana de 22 (IIQ: 19-26).

Os coeficientes de correlação do RCATT com o ESN, ESEN e PFIN foram, respectivamente, –0,73; –0,58 e 0,52 (p < 0,001). Os valores individuais são mostrados na figura 2.


Figura 2. Correlação entre as notas totais do RCAT (RCATT) e o escore de sintomas nasais (ESN), escore de sintomas extranasais (ESEN) e os valores de pico de fluxo inspiratório nasal (PFIN).

As notas do RCAT foram significantemente diferentes (p < 0,001) quando separadas pela opinião médica sobre o controle dos sintomas nasais (fig. 3) e pela gravidade deles (fig. 4).


Figura 3. Valores das notas totais do RCAT (RCATT) discriminadas pela opinião médica do controle dos sintomas nasais em controlados (branco), parcialmente controlados (cinza claro) e não controlados (cinza escuro).


Figura 4. Valores das notas totais do RCAT (RCATT) discriminadas pela gravidade dos sintomas nasais em leve (branco), moderada (cinza claro) e grave (cinza escuro).

Sensibilidade, especificidade e a área sob a curva ROC de diferentes pontos de corte do RCATT para definição de controle da rinite são mostradas na tabela 1. O ponto de corte de 22, definido na validação original do questionário, apresentou sensibilidade de 89% e especificidade de 66% na definição do controle dos sintomas da rinite alérgica. As notas de corte com maiores áreas sob a curva ROC foram 23 e 24 pontos.


Empregando a nota de corte do RCATT de 22 pontos, encontramos 77 pacientes definidos como controlados e 64 como não controlados. O ESN, ESEN e PFIN foram significantemente diferentes entre estes dois grupos (p < 0,001), com mediana, respectivamente, de 4,0 vs. 8,0; 2,0 vs. 5,0; 150 L/ min vs. 100 L/min (fig. 5).


Figura 5. Valores do escore de sintomas nasais (ESN) e extranasais (ESEN) e do pico de fluxo inspiratório nasal (PFIN) dos pacientes classificados como controlados (cinza; RCATT ≥ 22) ou não controlados (branco; RCATT < 22).

Discussão

O uso de ferramentas ou escores tem sido frequentemente empregado e estimulado no manejo de diferentes doenças crônicas, como a asma e a urticária crônica.8,9 Estes instrumentos podem ter diversas aplicações e serem utilizados, por exemplo, para triagem de pacientes na atenção primária ou para auxílio na conduta médica de especialistas.

Vários questionários estão disponíveis para avaliação de pacientes com doenças nasais. Entre eles, destacam-se os desenvolvidos para avaliação da qualidade de vida em pacientes com doenças específicas, como a rinoconjuntivite alérgica10 e a rinossusite crônica/polipose nasossinusal (SNOT-22),11 traduzidos e validados para o português (cultura brasileira).12,13 Outros questionários avaliam os sintomas determinados, como a obstrução nasal (NOSE),14 ou a associação de doenças, como a rinite e a asma.15,16 Pelo nosso conhecimento e de outros autores,5 o RCAT foi o primeiro instrumento deste tipo desenvolvido para avaliação do controle da rinite alérgica.

O RCAT é uma ferramenta simples, concisa e de autopreenchimento, desenvolvida para avaliação do controle da rinite.5 As perguntas do questionário foram selecionadas com auxílio de grupos de pacientes e de médicos. Inicialmente, foram identificadas 26 perguntas separadas em cinco domínios: sintomas, interferência nas atividades, limitações, controle da rinite e uso de medicamentos.5 Essa versão inicial do questionário passou por um processo de avaliação onde, após aplicação em um grupo de pacientes, foram identificadas, por análise de regressão logística, as questões mais relevantes, com a confecção da versão final com seis perguntas.5

No presente estudo pudemos avaliar algumas propriedades importantes da versão traduzida do RCAT. A confiabilidade foi avaliada por sua consistência interna, com valor aceitável (superior a 0,7) observado pelo coeficiente α de Cronbach.

Na validação construtiva, as notas totais do questionário (RCATT) apresentaram correlação forte com o escore de sintomas nasais (ESN). O coeficiente de correlação encontrado (-0,73) foi superior ao observado na validação da versão original do RCAT (–0,57).6 É importante destacar que, diferentemente do ESN, o RCAT aborda aspectos adicionais aos sintomas da rinite, como a interferência da rinite no sono e nas atividades diárias e, por isso, algum grau de discordância entre estes instrumentos era esperada. As diferenças na natureza dos instrumentos são mais acentuadas em relação ao ESEN e à mensuração objetiva da função nasal (PFIN). Mesmo assim, correlações moderadas foram observadas entre eles (fig. 2).

A capacidade da versão traduzida do RCAT de discriminar pacientes de acordo com o grau de controle da rinite é facilmente observada nas figuras 3 e 4. Nelas, podemos observar que as notas finais do RCAT são claramente diferentes quando os pacientes são separados pela opinião médica do controle ou pela gravidade do ESN.

A definição do melhor ponto de corte do RCATT para discriminar pacientes controlados dos com problemas no controle da rinite alérgica pode variar de acordo com os propósitos e objetivos de sua aplicação, podendo-se optar por pontos de corte com maior sensibilidade ou maior especificidade. Na validação original do RCAT, o ponto de corte com maior área sob a curva ROC foi o de 22 pontos (AUC = 0,689). Este ponto de corte também apresentou área sob a curva ROC elevada na validação da versão traduzida (AUC = 0,773; tabela 1). Quando este ponto de corte foi aplicado ao grupo de pacientes estudados, observamos diferenças significantes nos valores do ESN, ESEN e PFIN (fig. 5). Entre os nossos pacientes, entretanto, as notas de corte de 23 e 24 pontos apresentaram maiores áreas sob a curva ROC, particularmente pelo maior ganho em especificidade, sem prejuízos tão expressivos na sensibilidade (tabela 1).

O grupo de pacientes avaliado em nosso estudo diferiu em alguns aspectos daquele avaliado na validação original do RCAT, sendo a idade e o diagnóstico os mais relevantes. Na validação original do relatório, apenas pacientes com 18 anos ou mais podiam participar, enquanto que em nosso estudo foram incluídos apenas adolescentes com idades entre 12 e 18 anos. Nossos pacientes apresentavam, exclusivamente, rinite alérgica persistente, diferentemente da validação original, que era composta por pacientes com rinite alérgica perene, sazonal e não alérgica.6

Estudos posteriores são necessários para avaliar outras propriedades da versão traduzida do RCAT já estudadas na versão original do questionário, como a reprodutibilidade e a diferença mínima clinicamente relevante.6

Conclusões

Em conclusão, apresentamos a versão traduzida para o português (cultura brasileira) do questionário de controle de rinite RCAT. Pudemos observar que esta versão do questionário é facilmente compreendida pelos adolescentes com rinite alérgica, sendo uma ferramenta válida e com bom poder discriminativo para separar pacientes controlados de não controlados.

Conflitos de interesse

Os autores declaram não haver conflitos de interesse.

Recebido em 26 de maio de 2015;

aceito em 6 de dezembro de 2015

* Autor para correspondência.

E-mail:gfwandalsen@uol.com.br (G.F. Wandalsen).

☆ Como citar este artigo: Fernandes PH, Matsumoto F, Solé D, Wandalsen GF. Translation into Portuguese and validation of the Rhinitis Control Assessment Test (RCAT) questionnaire. Braz J Otorhinolaryngol. 2016;82:674-9.

DOI se refere ao artigo: http://dx.doi.org/10.1016/j.bjorl.2015.12.011

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Medicine News

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HIPPOCRATE'S OATH

"I swear by Apollo, the healer, Asclepius, Hygieia, and Panacea, and I take to witness all the gods, all the goddesses, to keep according to my ability and my judgment, the following Oath and agreement:

To consider dear to me, as my parents, him who taught me this art; to live in common with him and, if necessary, to share my goods with him; To look upon his children as my own brothers, to teach them this art.

I will prescribe regimens for the good of my patients according to my ability and my judgment and never do harm to anyone.

I will not give a lethal drug to anyone if I am asked, nor will I advise such a plan; and similarly I will not give a woman a pessaryto cause an abortion.

But I will preserve the purity of my life and my arts.

I will not cut for stone, even for patients in whom the disease is manifest; I will leave this operation to be performed by practitioners, specialists in this art.

In every house where I come I will enter only for the good of my patients, keeping myself far from all intentional ill-doing and all seduction and especially from the pleasures of love with women or with men, be they free or slaves.

All that may come to my knowledge in the exercise of my profession or in daily commerce with men, which ought not to be spread abroad, I will keep secret and will never reveal.

If I keep this oath faithfully, may I enjoy my life and practice my art, respected by all men and in all times; but if I swerve from it or violate it, may the reverse be my lot."

MAIMONIDE'S PRAYER

"Almighty God, Thou has created the human body with infinite wisdom. Ten thousand times ten thousand organs hast Thou combined in it that act unceasingly and harmoniously to preserve the whole in all its beauty the body which is the envelope of the immortal soul. They are ever acting in perfect order, agreement and accord. Yet, when the frailty of matter or the unbridling of passions deranges this order or interrupts this accord, then forces clash and the body crumbles into the primal dust from which it came. Thou sendest to man diseases as beneficent messengers to foretell approaching danger and to urge him to avert it.

"Thou has blest Thine earth, Thy rivers and Thy mountains with healing substances; they enable Thy creatures to alleviate their sufferings and to heal their illnesses. Thou hast endowed man with the wisdom to relieve the suffering of his brother, to recognize his disorders, to extract the healing substances, to discover their powers and to prepare and to apply them to suit every ill. In Thine Eternal Providence Thou hast chosen me to watch over the life and health of Thy creatures. I am now about to apply myself to the duties of my profession. Support me, Almighty God, in these great labors that they may benefit mankind, for without Thy help not even the least thing will succeed.

"Inspire me with love for my art and for Thy creatures. Do not allow thirst for profit, ambition for renown and admiration, to interfere with my profession, for these are the enemies of truth and of love for mankind and they can lead astray in the great task of attending to the welfare of Thy creatures. Preserve the strength of my body and of my soul that they ever be ready to cheerfully help and support rich and poor, good and bad, enemy as well as friend. In the sufferer let me see only the human being. Illumine my mind that it recognize what presents itself and that it may comprehend what is absent or hidden. Let it not fail to see what is visible, but do not permit it to arrogate to itself the power to see what cannot be seen, for delicate and indefinite are the bounds of the great art of caring for the lives and health of Thy creatures. Let me never be absent- minded. May no strange thoughts divert my attention at the bedside of the sick, or disturb my mind in its silent labors, for great and sacred are the thoughtful deliberations required to preserve the lives and health of Thy creatures.

"Grant that my patients have confidence in me and my art and follow my directions and my counsel. Remove from their midst all charlatans and the whole host of officious relatives and know-all nurses, cruel people who arrogantly frustrate the wisest purposes of our art and often lead Thy creatures to their death.

"Should those who are wiser than I wish to improve and instruct me, let my soul gratefully follow their guidance; for vast is the extent of our art. Should conceited fools, however, censure me, then let love for my profession steel me against them, so that I remain steadfast without regard for age, for reputation, or for honor, because surrender would bring to Thy creatures sickness and death.

"Imbue my soul with gentleness and calmness when older colleagues, proud of their age, wish to displace me or to scorn me or disdainfully to teach me. May even this be of advantage to me, for they know many things of which I am ignorant, but let not their arrogance give me pain. For they are old and old age is not master of the passions. I also hope to attain old age upon this earth, before Thee, Almighty God!

"Let me be contented in everything except in the great science of my profession. Never allow the thought to arise in me that I have attained to sufficient knowledge, but vouchsafe to me the strength, the leisure and the ambition ever to extend my knowledge. For art is great, but the mind of man is ever expanding.

"Almighty God! Thou hast chosen me in Thy mercy to watch over the life and death of Thy creatures. I now apply myself to my profession. Support me in this great task so that it may benefit mankind, for without Thy help not even the least thing will succeed."

Information for Health Professionals

Information for Patients

Modern challenged parts of the oath:

  1. To teach medicine to the sons of my teacher. In the past, medical schools gave preferential consideration to the children of physicians.
  2. To practice and prescribe to the best of my ability for the good of my patients, and to try to avoid harming them. This beneficial intention is the purpose of the physician. However, this item is still invoked in the modern discussions of euthanasia.
  3. I will not give a lethal drug to anyone if I am asked, nor will I advise such a plan. Physician organizations in most countries have strongly denounced physician participation in legal executions. However, in a small number of cases, most notably the U.S. states of Oregon,[10] Washington,[11]Montana,[12] and in the Kingdom of the Netherlands,[13] a doctor can prescribe euthanasia with the patient's consent.
  4. Similarly, I will not give a woman a pessary to cause an abortion. Since the legalization of abortion in many countries, the inclusion of the anti-abortion sentence of the Hippocratic oath has been a source of contention.
  5. To avoid violating the morals of my community. Many licensing agencies will revoke a physician's license for offending the morals of the community ("moral turpitude").
  6. I will not cut for stone, even for patients in whom the disease is manifest; I will leave this operation to be performed by practitioners, specialists in this art. The "stones" referred to are kidney stones or bladder stones, removal of which was judged too menial for physicians, and therefore was left for barbers (the forerunners of modern surgeons). Surgery was not recognized as a specialty at that time. This sentence is now interpreted as acknowledging that it is impossible for any single physician to maintain expertise in all areas. It also highlights the different historical origins of the surgeon and the physician.
  7. To keep the good of the patient as the highest priority. There may be other conflicting 'good purposes,' such as community welfare, conserving economic resources, supporting the criminal justice system, or simply making money for the physician or his employer that provide recurring challenges to physicians
http://www.worldallergy.org/educational_programs/world_allergy_forum/barcelona2008/rabe/

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