Δημοφιλείς αναρτήσεις

Medicine by Alexandros G.Sfakianakis,Anapafseos 5 Agios Nikolao

Medicine by Alexandros G.Sfakianakis

Εμφανιζόμενη ανάρτηση

Non-invasive diagnostic tools in the field of head and neck oncology : A liquid biopsy for head and neck cancers

The development of a liquid biopsy for head and neck cancers via  ScienceDirect Publication: Oral Oncology Publication ...

Πέμπτη, 15 Δεκεμβρίου 2016

Rouquidão: apresentação incomum de linfoma primário de tireoide com infiltração da laringe [Livre artigo]

Rouquidão: apresentação incomum de linfoma primário de tireoide com infiltração da laringe [Livre artigo]: Ozan Gökdoğan, Ahmet Koybasioglu, Erkin Ismail, Timucin Erol, Gokcen Alagoz, Banu Yagmurlu, Seref Komurcu

Braz J Otorhinolaryngol 2016;82:737-40



Braz J Otorhinolaryngol 2016;82:737-40
Rouquidão: apresentação incomum de linfoma primário de tireoide com infiltração da laringe
Hoarseness: an unusual presentation of primary thyroid lymphoma with laryngeal infiltration 
Ozan Gökdoğana, Ahmet Koybasioglua, Erkin Ismaila, Timucin Erola, Gokcen Alagoza, Banu Yagmurlua, Seref Komurcua
a Ankara Memorial Hospital, Department of Otorhinolaryngology, Ankara, Turquia
Introducão
O linfoma primário de tireoide (LPT) é uma doença relativamente rara da glândula tireoide. LPT representa aproximadamente 1-5% das malignidades tireoidianas e menos do que 2% dos linfomas extranodais, geralmente com bom prognóstico.1 Os linfomas de tireoide são mais comuns em mulheres, com predominância de 3-4:1.2
A principal manifestação clínica do LPT é a presença de tumor de rápido crescimento, sobretudo na sétima década de vida. Aproximadamente 30-50% dos pacientes apresentam sintomas de compressão das estruturas adjacentes: disfagia, estridor, rouquidão, tosse e sensação de pressão no pescoço. Os sintomas B clássicos – febre, suores noturnos e perda de peso – são menos comuns. Ao que parece, tireoidite de Hashimoto é fator de risco para linfoma de tireoide, embora tal associação seja objeto de debate.1,2
O tipo histopatológico mais comum de linfoma de tireoide é o linfoma não-Hodgkin com origem no linfócito B. Doença de Hodgkin e linfoma T são tumores raros. Pacientes com linfoma do tecido linfoide associado à mucosa (MALT; mucosa-associated lymphoid tissue) tendem a apresentar uma evolução mais indolente e com melhor prognóstico, em comparação com pacientes com os tipos de linfoma difuso de grandes células B ou subtipos histológicos mistos, que podem ter curso mais agressivo.3
O percentual geral de sobrevida após cinco anos para pacientes com LPT é de aproximadamente 90%; assim, em geral, um bom planejamento terapêutico, com um diagnóstico acurado prontamente estabelecido, resultará em bom prognóstico.4
Relato de caso
Mulher, 52 anos, admitida no departamento de otorrinolaringologia em decorrência de rouquidão e otalgia esquerda, com dois meses de duração. A paciente não tinha queixa respiratória ou de deglutição. Antes da internação em nossa clínica, a paciente tinha sido tratada clinicamente para laringite em duas ocasiões, mas suas queixas não melhoraram.
Apresentava história de diabete melito, hipertensão e hipotireoidismo (tireoidite linfocítica crônica) e também de uma colecistectomia.
Ao exame físico, a corda vocal esquerda estava fixa na linha média, com aumento do volume da falsa corda vocal. Ambos os lobos da tireoide exibiam nódulos e, além disso, estavam hipertrofiados; o lobo esquerdo estava ligeiramente mais firme e aumentado, em comparação com o direito. Não havia tumor palpável ou linfadenopatia cervicais em ambos os lados.
As provas de função tireoidiana estavam dentro da faixa de normalidade, embora a paciente fizesse uso de hormônios tireoidianos para tratamento de hipotireoidismo. Uma biópsia da tireoide tinha sido realizada dois anos antes, com resultado histopatológico de tireoidite linfocítica crônica.
À avaliação radiológica, a paciente exibia tumor na falsa corda vocal esquerda, com erosão da cartilagem tireoidiana com continuidade para a tireoide. Foram observados nódulos nos dois lobos tireoidianos (fig. 1).
figura 1. infiltração da laringe com invasão da cartilagem pelo tumor tireoidiano.


Figura 1. Infiltração da laringe com invasão da cartilagem pelo tumor tireoidiano.
Terminado o exame, suspeitou-se de uma doença de laringe originária das estruturas laríngeas esquerdas, com erosão da cartilagem tireoidiana e extensão para a glândula tireoide. Planejamos uma biópsia laringoscópica direta do ventrículo laríngeo esquerdo, além de uma biópsia aspirativa com agulha fina dos nódulos de ambos os lobos da tireoide.
O relatório histopatológico referente à biópsia da falsa corda vocal esquerda resultou em linfoma difuso de grandes células B. A biópsia aspirativa com agulha fina dos dois lobos da tireoide teve como resultado presença de linfócitos atípicos (figs. 2 e 3). Os fatores prognósticos de linfoma foram contabilizados como: índice proliferativo Ki-67 = 80-90% e LDH (lactato desidrogenase) e sedimentação normais. A paciente tinha perdido 20 kg nos últimos quatro meses. O escore do índice internacional de prognóstico (IIP) foi zero.
figura 2. infiltrações linfoides difusas sob a mucosa da laringe (com ampliação ×100 no exame patológico).


Figura 2. Infiltrações linfoides difusas sob a mucosa da laringe (com ampliação ×100 no exame patológico).
figura 3. o tumor é composto de células linfoides atípicas que exibem um grande núcleo vesicular e um nucléolo significativo. essas células exibem positividade de membrana com o marcador cd20 (com ampliação ×400 no exame patológico).


Figura 3. O tumor é composto de células linfoides atípicas que exibem um grande núcleo vesicular e um nucléolo significativo. Essas células exibem positividade de membrana com o marcador CD20 (com ampliação ×400 no exame patológico).
Uma tomografia por emissão de pósitrons com fluordesoxiglicose (FDG-PET) para discriminação da lesão (se linfoma primário de tireoide ou se envolvimento da tireoide por doença sistêmica) revelou apenas envolvimento difuso do lobo tireoidiano esquerdo (fig. 4).
figura 4. região da tireoide, com envolvimento demonstrado apenas na avaliação por pet/ct.


Figura 4. Região da tireoide, com envolvimento demonstrado apenas na avaliação por PET/CT.
Como resultado dessa bateria de exames diagnósticos, a paciente foi diagnosticada com linfoma primário da tireoide do tipo difuso de grandes células B no estágio 1E. Foi então tratada com três cursos de R-CHOP (rituximabe-ciclofosfamida, doxorrubicina, vincristina e prednisolona) e, em seguida à quimioterapia, foi submetida à radioterapia no campo envolvido. O curso do tratamento transcorreu sem maiores problemas e a rouquidão regrediu depois do tratamento (fig. 5).
figura 5. tc cervical pós tratamento. revela apenas um discreto edema de laringe, sem nenhum tumor, tanto na laringe como na glândula tireoide (um mês após o tratamento).


Figura 5. TC cervical pós tratamento. Revela apenas um discreto edema de laringe, sem nenhum tumor, tanto na laringe como na glândula tireoide (um mês após o tratamento).
Depois do tratamento quimiorradioterápico, uma equipe formada por profissionais dos departamentos de oncologia, rádio-oncologia, otorrinolaringologia e endocrinologia fez o seguimento mensal da paciente, que faz tratamento de reposição tireoidiana. Atualmente, sua tireoide está classificada no grau 3, com padrão difuso e endurecido à palpação. Ao exame, não foi possível identificar qualquer padrão nodular. As duas cordas vocais apresentam mobilidade e, na avaliação da laringe, não houve achado patológico.
Seis meses após a terapia por quimiorradiação, a paciente se encontra em bom estado, sem qualquer queixa. As avaliações física, laboratorial, radiológica e da laringe estão completamente normais, sem qualquer evidência de recidiva (fig. 6).
figura 6. tc cervical seis meses após o tratamento. com o passar do tempo, houve diminuição gradativa do edema de laringe.


Figura 6. TC cervical seis meses após o tratamento. Com o passar do tempo, houve diminuição gradativa do edema de laringe.
Discussão
Habitualmente, linfomas extranodais são considerados como linfomas não-Hodgkin (LNH), constituindo 10-29% de todos os linfomas. Comumente, LNHs no adulto têm sua origem em linfócitos B. O principal sintoma clínico é a presença de um tumor em crescimento na região da cabeça e do pescoço; contudo, também pode ter progressão clínica destrutiva.
Os linfomas de células B da zona marginal extranodal do tipo MALT podem ocorrer no estômago, órbita, intestino, pulmões, tireoide, glândula salivar, pele, tecidos moles, bexiga, rim e sistema nervoso central. Os locais extralinfáticos extranodais mais comuns são os seios paranasais, as glândulas salivares e a tireoide.4
A laringe é localização rara para um LNH primário, graças a seu conteúdo relativamente baixo de tecido linfoide. Na literatura, foram descritos menos de 100 casos de tumores linfoproliferativos originários da laringe (inclusive LNH e doenças linfoproliferativas relacionadas à imunossupressão) e um número muito menor na forma de infiltração de LPT. Não existe relatos de casos de LPT que se manifestam com rouquidão e diagnosticados por meio de biópsia laringoscópica direta, pois, normalmente, esse tumor não causa erosão da cartilagem tireoidiana.
As doenças da laringe, tanto primárias como secundárias, podem manifestar sintomas similares, por exemplo, disfonia, rouquidão, disfagia e tumor cervical. Um inchaço submucoso liso ou tumor polipoide sem ulceração são os achados habituais do exame físico em pacientes com linfomas primários de laringe. Em geral, esses linfomas se originam na região supraglótica, especificamente epiglote e pregas ariepiglóticas.5 Nosso caso também demonstra infiltração supraglótica, especialmente no ventrículo laríngeo esquerdo. Mais frequentemente, observa-se que a extensão extralaríngea do tumor envolve a hipofaringe e, menos comumente, a orofaringe e os músculos infra-hioideos.
LPT é um processo linfomatoso que se desenvolve na tireoide, sem envolvimento dos órgãos linfoides primários e nem metástases à distância no momento do diagnóstico. LPT contribui com 2-8% das malignidades da tireoide. Esses processos são principalmente diagnosticados em mulheres de meia-idade (média: 56 anos), com ligeira predominância feminina. Em geral, os pacientes informam história de hipotireoidismo ou de tireoidite e de tumor na tireoide, que pode crescer rapidamente. Dispneia, estridor, disfagia e rouquidão são sintomas comuns em pacientes com linfoma de tireoide; entretanto, o principal sintoma pode ser apenas um tumor cervical em crescimento, presente em mais de 87% dos pacientes. Contudo, LPT pode se apresentar com crescimento súbito e comprometimento das vias respiratórias.
Na maioria das vezes, os LPTs são classificados com alto grau de malignidade; apenas 30% são classificados como de baixo grau. O diagnóstico precoce e o tratamento apropriado dos linfomas de tireoide podem proporcionar longas sobrevidas.3
Cânceres anaplásicos de tireoide (CATs) também se apresentam na forma de tumores de grandes proporções e de rápido crescimento em pacientes idosos. Os CATs, que representam 1-2% das malignidades da tireoide, exibem progressão clínica similar e, portanto, devem fazer parte da lista de diagnósticos diferenciais para linfomas de tireoide.
Os CATs podem progredir rapidamente e comprometer as vias respiratórias, com sobrevida média de 6-7 meses. À avaliação radiológica, o CAT se apresenta como um tumor sólido de grandes dimensões acompanhada por necrose, hemorragia, densa calcificação, invasão direta das estruturas adjacentes e metástase para linfonodos cervicais. É sabido que a necrose tumoral pode ser o parâmetro mais importante na diferenciação entre CAT e outros tumores tireoidianos. Outro preditor de carcinoma anaplásico é o baixo valor de atenuação nos scanspós-contraste (valor de atenuação < 100 HU).6
Geralmente, os nódulos tireoidianos, independentemente de serem benignos ou malignos, exibem crescimento lento, podendo ser menos de 1 cm em 38 meses. É muito rara a ocorrência de sintomas de compressão causados pelo crescimento agudo de nódulos tireoidianos; essa situação pode resultar em complicações com risco de morte (p. ex., comprometimento respiratório agudo). A ocorrência de hemorragia espontânea em um nódulo tireoidiano, ou a presença de um processo maligno como o CAT ou um linfoma, poderá resultar em um crescimento agudo.
Em geral, pacientes com LPT têm histórico de tireoidite autoimune; depois do surgimento da tireoidite autoimune o processo de desenvolvimento do LPT leva, em média, de 20 a 30 anos para ocorrer.7
A biópsia aspirativa por agulha fina (BAAF), acompanhada ou não pela ultrassonografia, é o primeiro passo na estratégia diagnóstica de um nódulo tireoidiano, mas a acurácia desse método é bastante baixa em casos de linfoma de tireoide ou de câncer anaplásico. As abordagens diagnósticas para tumor em crescimento na tireoide são: BAAF, biópsia por agulha grossa, biópsia aberta e/ou intervenção cirúrgica. O diagnóstico baseado na BAAF pode auxiliar 30-80% dos pacientes com linfoma de tireoide; portanto, nos casos de BAAF negativa, outras abordagens diagnósticas poderão ter utilidade.8 A biópsia por agulha grossa (BAG) proporciona tecido suficiente para obtenção de certeza diagnóstica de cânceres de tireoide agressivos, como os linfomas ou CATs. Portanto, BAG pode ser o primeiro passo diagnóstico quando nos deparamos com um tumor tireoidiano volumoso e agressivo na avaliação radiológica.
As análises histológicas e fenotípicas, como a citologia de fluxo ou a imuno-histoquímica, têm grande utilidade nas etapas diagnósticas da avaliação histopatológica. Em sua maioria, os linfomas de tireoide têm origem no linfócito B e são do tipo difuso de grandes células B.
Muitos pacientes se apresentam com a doença no estágio inicial IE (30-66%) ou IIE (25-66%).9Para o estadiamento dos tumores, devem ser obtidos estudos de TC da cabeça, pescoço, abdome e pelve, ou uma FDG-PET.
As opções de tratamento são: apenas quimioterapia, apenas radioterapia e quimiorradioterapia. Embora alguns estudos tenham reportado tireoidectomia seguida por radioterapia, as séries são demasiadamente pequenas para que essa estratégia seja amplamente aceita como opção terapêutica.
As taxas de recidiva geral são 7,7, 37,1 e 43% para quimiorradioterapia, apenas radioterapia e apenas quimioterapia, respectivamente. Os percentuais de recidiva local são 2,6, 12,6 e 23% para quimiorradioterapia, apenas radioterapia e apenas quimioterapia, respectivamente.1
O regime quimioterápico mais comumente administrado é R-CHOP (rituximabe-ciclofosfamida, doxorrubicina, vincristina e prednisolona). Em geral, o agente biológico rituximabe, um anticorpo monoclonal anti-CD20 específico de linfócito B, é usado juntamente com a quimioterapia CHOP no tratamento do linfoma de tireoide.
Em geral, a radioterapia é introduzida depois de 3-6 cursos de CHOP, na forma de irradiação pela técnica em manta modificada, com inclusão da tireoide, pescoço bilateral, área supraclavicular e mediastino. Idade > 60 anos, níveis séricos elevados de lactato desidrogenase (LDH) e de β2 microglobulina, envolvimento de locais extranodais e estágio III-IV são fatores prognósticos sombrios.10
Nossa paciente foi tratada por quimioterapia R-CHOP e radioterapia. Atualmente, está livre de qualquer sinal da doença.
Conclusão
O presente artigo relata o primeiro caso conhecido, diagnosticado com linfoma de tireoide por meio de biópsia laringoscópica direta.
Conflitos de interesse
Os autores declaram não haver conflitos de interesse.

Recebido em 11 de fevereiro de 2015;

aceito em 3 de maio de 2015
* Autor para correspondência.

E-mail:ozangokdogan@gmail.com (O. Gökdoğan).
☆ Como citar este artigo: Gökdoğan O, Koybasioglu A, Ismail E, Erol T, Alagoz G, Yagmurlu B, et al. Hoarseness: an unusual presentation of primary thyroid lymphoma with laryngeal infiltration. Braz J Otorhinolaryngol. 2016;82:737-40.
Bibliografia
1
An evidence-based approach to the treatment of thyroid lymphoma. World J Surg. 2007;31:978-86.
2
Thyroid lymphoma: a single institution’s experience. Otolaryngol Head Neck Surg. 2005;133:888-96.
3
Primary thyroid lymphoma: a clinical review. J Clin Endocrinol Metab. 2013;98:3131-8.
4
Primary thyroid lymphoma: the 40 year experience of a UK lymphoma treatment centre. Int J Oncol. 2012;40:2075-80.
5
Imaging characteristics of primary laryngeal lymphoma. Am J Neuroradiol. 2010;31: 1261-5.
6
Anaplastic thyroid cancer and primary thyroid lymphoma: a review of these rare thyroid malignancies. J Surg Oncol. 2006;94:725-36.
7
Primary non-Hodgkin’s lymphoma of the thyroid gland: a population based study. Histopathology. 1996;28:25-32.
8
Revised American Thyroid Association management guidelines for patients with thyroid nodules and differentiated thyroid cancer. Thyroid. 2009;19:1167-214.
9
Prognosis of primary thyroid lymphoma: demographic, clinical, and pathological predictors of survival in 1408 cases. Surgery. 2009;146:1105-15.
10
Clinical aspects of primary thyroid lymphoma: diagnosis and treatment based on our experience of 119 cases. Thyroid. 1993;3:93-9.


Resumo - Texto Completo - PDF


Δεν υπάρχουν σχόλια:

Δημοσίευση σχολίου

Bookmark and Share

Auris Nasus Larynx

ScienceDirect Publication: Oral Oncology

ScienceDirect Publication: American Journal of Otolaryngology

American Journal of Roentgenology Head and Neck Imaging

American Journal of Roentgenology Pediatric Imaging

BMC Medical Genomics - Latest Articles

American Journal of Roentgenology Oncologic Imaging

PubMed Central News

Index medicines


A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W Y Z

Stress Urinary Incontinence

Female SUI

Chapter 1: Diagnosis and Treatment Recommendations

Chapter 2: Methodology

Chapter 3: Outcomes Analysis for the Surgical Management of Stress Urinary Incontinence

Appendices

Ophthalmic Plastic & Reconstructive Surgery - Most Popular Articles

Twit This Button

Google+ Badge

Google+ Followers

Αναζήτηση αυτού του ιστολογίου

Φόρτωση...

First Aid,Emergency Guides

First Aid & Emergency Guides A-Z (PDF)

PubMed Central (PMC) is the U.S. National Institutes of Health

PubMed Central (PMC) is the U.S. National Institutes of Health (NIH) free digital archive of biomedical and life sciences journal literature.
Advanced search
Browse PMC journals:

Journal of Oral and Maxillofacial Surgery

Slideshows

Below is an alphabetical list of the educational picture slideshows available on eMedicineHealth. Each slideshow covers a medical or health topic and includes images, illustrations, or pictures and summary information discussing the topic. Scroll through each slide by clicking on the Next button. At the end of each slideshow you'll find links to additional related information on the topic.


Share/Bookmark

Tinnitus

1. Chadha NK, Gordon KA, James AL, Papsin BC. Tinnitus is prevalent in children with cochlear implants. International Journal of Pediatric Otorhinolaryngology. 2009;73:671-675. [abstract]

2. Akdogan O, Ozcan I, Ozbek C, Dere H. Tinnitus after cochlear implantation. Auris Nasus Larynx. 2009;36:210-212. [abstract]

3. Pan T, Tyler RS, Ji H, Coelho C, Gehringer AK, Gogel SA. Changes in the tinnitus handicap questionnaire after cochlear implantation. American Journal of Audiology. 2009;18:144-151. [abstract]

4. Andersson G, Freijd A, Baguley DM, Idrizbegovic E. Tinnitus distress, anxiety, depression, and hearing problems among cochlear implant patients with tinnitus. Journal of the American Academy of Audiology. 2009;20:315-319. [abstract]

5. Rothholtz VS, Tang Q, Wu EC, Fine EL, Djalilian H, Zeng F-G. Exploring the parametric space of tinnitus suppression in a patient with a cochlear implant. Laryngoscope. 2009;119.

6. Di NW, Cianfrone F, Scorpecci A, Cantore I, Giannantonio S, Paludetti G. Transtympanic electrical stimulation for immediate and long-term tinnitus suppression. International Tinnitus Journal. 2009;15:100-106.[abstract]

7. Litre CF, Theret E, Tran H et al. Surgical treatment by electrical stimulation of the auditory cortex for intractable tinnitus. Brain Stimulation. 2009;2:132-137. [abstract]

8. Evans RW, Ishiyama G. Migraine with transient unilateral hearing loss and tinnitus. Headache: The Journal of Head & Face Pain. 2009;49:756-759. [abstract]

9. Pirodda A, Brandolini C, Raimondi MC, Ferri GG, Borghi C. Tinnitus as a warning for preventing vasovagal syncope. Medical Hypotheses. 2009;73:370-371. [abstract]

10. Anderson JE, Teitel D, Wu YW. Venous hum causing tinnitus: case report and review of the literature. Clinical Pediatrics. 2009;48:87-89. [abstract]

11. Liess BD, Lollar KW, Christiansen SG, Vaslow D. Pulsatile tinnitus: a harbinger of a greater ill? Head & Neck. 2009;31:269-273. [abstract]

12. Singh DP, Forte AJ, Brewer MB, Nowygrod R. Bilateral carotid endarterectomy as treatment of vascular pulsatile tinnitus. Journal of Vascular Surgery. 2009;50:183-185. [abstract]

13. Delgado F, Munoz F, Bravo-Rodriguez F, Jurado-Ramos A, Oteros R. Treatment of dural arteriovenous fistulas presenting as pulsatile tinnitus. Otology and Neurotology. 2009;30:897-902. [abstract]

14. Cowley PO, Jones R, Tuch P, McAuliffe W. Pulsatile tinnitus from reversal of flow in an aberrant occipital artery: Resolved after carotid artery stenting. American Journal of Neuroradiology. 2009;30:995-997. [abstract]

15. Stimmer H, Borrmann A, Loer C, Arnold W, Rummeny EJ. Monaural tinnitus from a contralateral inferior colliculus hemorrhage. Audiology & Neurotology. 2009;14:35-38. [abstract]

16. Latifpour DH, Grenner J, Sjodahl C. The effect of a new treatment based on somatosensory stimulation in a group of patients with somatically related tinnitus. International Tinnitus Journal. 2009;15:94-99. [abstract]

17. Department of Health. Provision of services for adults with tinnitus: a good practice guide. 2009. [full text]

18. DH. Tinnitus Map of Medicine care pathway. 2010. [Full text]

19. BTA. Tinnitus: guidelines for primary care. 2010. [Full text]

20. Schneider P, Andermann M, Wengenroth M et al. Reduced volume of Heschl's gyrus in tinnitus. NeuroImage. 2009;45:927-939. [abstract]

21. Landgrebe M, Langguth B, Rosengarth K et al. Structural brain changes in tinnitus: grey matter decrease in auditory and non-auditory brain areas. NeuroImage. 2009;46:213-218. [abstract]

22. Melcher JR, Levine RA, Bergevin C, Norris B. The auditory midbrain of people with tinnitus: Abnormal sound-evoked activity revisited. Hearing Research. 2009;257:63-74. [abstract]

23. Lanting CP, de KE, van DP. Neural activity underlying tinnitus generation: Results from PET and fMRI. Hearing Research. 2009;255:1-13. [abstract]

24. Kaltenbach JA. Insights on the origins of tinnitus: an overview of recent research. Hearing Journal. 2009;62:26-31. [Full text]

25. Shulman A, Goldstein B, Strashun AM. Final common pathway for tinnitus: theoretical and clinical implications of neuroanatomical substrates. International Tinnitus Journal. 2009;15:5-50. [abstract]

26. Schutte NS, Noble W, Malouff JM, Bhullar N. Evaluation of a model of distress related to tinnitus. International Journal of Audiology. 2009;48:428-432. [abstract]

27. Hesser H, Pereswetoff-Morath CE, Andersson G. Consequences of controlling background sounds: the effect of experiential avoidance on tinnitus interference. Rehabilitation Psychology. 2009;54:381-390.[abstract]

28. Argstatter H, Krick C, Bolay HV. Music therapy for chronic tinnitus. Heidelberg treatment model. Psychotherapeut. 2009;54:17-26. [abstract]

29. Lugli M, Romani R, Ponzi S, Bacciu S, Parmigiani S. The windowed sound therapy: A new empirical approach for an effective personalized treatment of tinnitus. International Tinnitus Journal. 2009;15:51-61.[abstract]

30. Langguth B, Salvi R, Elgoyhen AB. Emerging pharmacotherapy of tinnitus. Expert Opinion on Emerging Drugs. 2009;14:687-702. [abstract]

31. Campbell KCM. Emerging pharmacologic treatments for hearing loss and tinnitus. ASHA Leader. 2009;14:14-18. [Full text]

32. Hesser H, Westin V, Hayes SC, Andersson G. Clients' in-session acceptance and cognitive defusion behaviors in acceptance-based treatment of tinnitus distress. Behaviour Research & Therapy. 2009;47:523-528. [abstract]

33. Hesser H, Andersson G. The role of anxiety sensitivity and behavioral avoidance in tinnitus disability. International Journal of Audiology. 2009;48:295-299. [abstract]

34. Shulman A, Goldstein B. Subjective idiopathic tinnitus and palliative care: a plan for diagnosis and treatment. Otolaryngologic Clinics of North America. 2009;42:15-38. [abstract]

35. Forti S, Costanzo S, Crocetti A, Pignataro L, Del BL, Ambrosetti U. Are results of tinnitus retraining therapy maintained over time? 18-month follow-up after completion of therapy. Audiology & Neuro-Otology. 2009;14:286-289. [abstract]

36. Bessman P, Heider T, Watten VP, Watten RG. The tinnitus intensive therapy habituation program: a 2-year follow-up pilot study on subjective tinnitus. Rehabilitation Psychology. 2009;54:133-138. [abstract]

37. Gudex C, Skellgaard PH, West T, Sorensen J. Effectiveness of a tinnitus management programme: A 2-year follow-up study. BMC Ear, Nose and Throat Disorders. 2009;9. [Full text]

38. Henry J, Zaugg T, Myers P, Kendall C, Turbin M. Principles and application of educational counseling used in progressive audiologic tinnitus management. Noise and Health. 2009;11:33-48. [abstract]

1. Hazell JW, Jastreboff PJ. Tinnitus. I: Auditory mechanisms: a model for tinnitus and hearing impairment. J Otolaryngol. 1990;19:1-5. [Abstract]

2. Jastreboff PJ, Jastreboff MM. Tinnitus Retraining Therapy (TRT) as a method for treatment of tinnitus and hyperacusis patients. J Am Acad Audiol. 2000 Mar;11(3):162-77. [Abstract]

3. Marcondes RA, Sanchez TG, Kii MA, Langguth et al. Repetitive transcranial magnetic stimulation improve tinnitus in normal hearing patients: a double-blind controlled, clinical and neuroimaging outcome study. Eur J Neurol. 2009. [Epub ahead of print] ) [Abstract]

4. Cannon SC Pathomechanisms in channelopathies of skeletal muscle and brain. Annu Rev Neurosci. 2006;29:387-415. [Abstract]

5. Davies E, Knox E, Donaldson I. The usefulness of nimodipine, an L-calcium channel antagonist, in the treatment of tinnitus. Br J Audiol. 1994;28:125-129. [Abstract]

6. Baguley DM, Jones S, Wilkins I, Axon PR, Moffat DA. The inhibitory effect of intravenous lidocaine infusion on tinnitus after translabyrinthine removal of vestibular schwannoma: a double-blind, placebo-controlled, crossover study. Otol Neurotol. 2005;26:169-176. [Abstract]

Eggermont JJ. Cortical tonotopic map reorganization and its implications for treatment of tinnitus. Acta Otolaryngol Suppl. 2006;9-12. [Abstract]

Hoke ES, Muhlnickel W, Ross B, Hoke M. Tinnitus and event-related activity of the auditory cortex. Audiol Neurootol. 1998;3:300-331. [Abstract]

Mirz F, Pedersen B, Ishizu K et al. Positron emission tomography of cortical centers of tinnitus. Hear Res. 1999;134:133-144. [Abstract]

Muhlnickel W, Elbert T, Taub E, Flor H. Reorganization of auditory cortex in tinnitus. Proc Natl Acad Sci U S A. 1998;95:10340-10343. [Abstract]

Norena AJ, Eggermont JJ. Enriched acoustic environment after noise trauma abolishes neural signs of tinnitus. Neuroreport. 2006;17:559-563. [Abstract]

Schlee W, Hartmann T, Langguth B, Weisz N. Abnormal resting-state cortical coupling in chronic tinnitus. BMC Neurosci. 2009;10:11. [Full text]

Schlee W, Mueller N, Hartmann T, Keil J, Lorenz I, Weisz N. Mapping cortical hubs in tinnitus. BMC Biol. 2009;7:80. [Full text]

Medicine News

Follow by Email

HIPPOCRATE'S OATH

"I swear by Apollo, the healer, Asclepius, Hygieia, and Panacea, and I take to witness all the gods, all the goddesses, to keep according to my ability and my judgment, the following Oath and agreement:

To consider dear to me, as my parents, him who taught me this art; to live in common with him and, if necessary, to share my goods with him; To look upon his children as my own brothers, to teach them this art.

I will prescribe regimens for the good of my patients according to my ability and my judgment and never do harm to anyone.

I will not give a lethal drug to anyone if I am asked, nor will I advise such a plan; and similarly I will not give a woman a pessaryto cause an abortion.

But I will preserve the purity of my life and my arts.

I will not cut for stone, even for patients in whom the disease is manifest; I will leave this operation to be performed by practitioners, specialists in this art.

In every house where I come I will enter only for the good of my patients, keeping myself far from all intentional ill-doing and all seduction and especially from the pleasures of love with women or with men, be they free or slaves.

All that may come to my knowledge in the exercise of my profession or in daily commerce with men, which ought not to be spread abroad, I will keep secret and will never reveal.

If I keep this oath faithfully, may I enjoy my life and practice my art, respected by all men and in all times; but if I swerve from it or violate it, may the reverse be my lot."

MAIMONIDE'S PRAYER

"Almighty God, Thou has created the human body with infinite wisdom. Ten thousand times ten thousand organs hast Thou combined in it that act unceasingly and harmoniously to preserve the whole in all its beauty the body which is the envelope of the immortal soul. They are ever acting in perfect order, agreement and accord. Yet, when the frailty of matter or the unbridling of passions deranges this order or interrupts this accord, then forces clash and the body crumbles into the primal dust from which it came. Thou sendest to man diseases as beneficent messengers to foretell approaching danger and to urge him to avert it.

"Thou has blest Thine earth, Thy rivers and Thy mountains with healing substances; they enable Thy creatures to alleviate their sufferings and to heal their illnesses. Thou hast endowed man with the wisdom to relieve the suffering of his brother, to recognize his disorders, to extract the healing substances, to discover their powers and to prepare and to apply them to suit every ill. In Thine Eternal Providence Thou hast chosen me to watch over the life and health of Thy creatures. I am now about to apply myself to the duties of my profession. Support me, Almighty God, in these great labors that they may benefit mankind, for without Thy help not even the least thing will succeed.

"Inspire me with love for my art and for Thy creatures. Do not allow thirst for profit, ambition for renown and admiration, to interfere with my profession, for these are the enemies of truth and of love for mankind and they can lead astray in the great task of attending to the welfare of Thy creatures. Preserve the strength of my body and of my soul that they ever be ready to cheerfully help and support rich and poor, good and bad, enemy as well as friend. In the sufferer let me see only the human being. Illumine my mind that it recognize what presents itself and that it may comprehend what is absent or hidden. Let it not fail to see what is visible, but do not permit it to arrogate to itself the power to see what cannot be seen, for delicate and indefinite are the bounds of the great art of caring for the lives and health of Thy creatures. Let me never be absent- minded. May no strange thoughts divert my attention at the bedside of the sick, or disturb my mind in its silent labors, for great and sacred are the thoughtful deliberations required to preserve the lives and health of Thy creatures.

"Grant that my patients have confidence in me and my art and follow my directions and my counsel. Remove from their midst all charlatans and the whole host of officious relatives and know-all nurses, cruel people who arrogantly frustrate the wisest purposes of our art and often lead Thy creatures to their death.

"Should those who are wiser than I wish to improve and instruct me, let my soul gratefully follow their guidance; for vast is the extent of our art. Should conceited fools, however, censure me, then let love for my profession steel me against them, so that I remain steadfast without regard for age, for reputation, or for honor, because surrender would bring to Thy creatures sickness and death.

"Imbue my soul with gentleness and calmness when older colleagues, proud of their age, wish to displace me or to scorn me or disdainfully to teach me. May even this be of advantage to me, for they know many things of which I am ignorant, but let not their arrogance give me pain. For they are old and old age is not master of the passions. I also hope to attain old age upon this earth, before Thee, Almighty God!

"Let me be contented in everything except in the great science of my profession. Never allow the thought to arise in me that I have attained to sufficient knowledge, but vouchsafe to me the strength, the leisure and the ambition ever to extend my knowledge. For art is great, but the mind of man is ever expanding.

"Almighty God! Thou hast chosen me in Thy mercy to watch over the life and death of Thy creatures. I now apply myself to my profession. Support me in this great task so that it may benefit mankind, for without Thy help not even the least thing will succeed."

Information for Health Professionals

Information for Patients

Modern challenged parts of the oath:

  1. To teach medicine to the sons of my teacher. In the past, medical schools gave preferential consideration to the children of physicians.
  2. To practice and prescribe to the best of my ability for the good of my patients, and to try to avoid harming them. This beneficial intention is the purpose of the physician. However, this item is still invoked in the modern discussions of euthanasia.
  3. I will not give a lethal drug to anyone if I am asked, nor will I advise such a plan. Physician organizations in most countries have strongly denounced physician participation in legal executions. However, in a small number of cases, most notably the U.S. states of Oregon,[10] Washington,[11]Montana,[12] and in the Kingdom of the Netherlands,[13] a doctor can prescribe euthanasia with the patient's consent.
  4. Similarly, I will not give a woman a pessary to cause an abortion. Since the legalization of abortion in many countries, the inclusion of the anti-abortion sentence of the Hippocratic oath has been a source of contention.
  5. To avoid violating the morals of my community. Many licensing agencies will revoke a physician's license for offending the morals of the community ("moral turpitude").
  6. I will not cut for stone, even for patients in whom the disease is manifest; I will leave this operation to be performed by practitioners, specialists in this art. The "stones" referred to are kidney stones or bladder stones, removal of which was judged too menial for physicians, and therefore was left for barbers (the forerunners of modern surgeons). Surgery was not recognized as a specialty at that time. This sentence is now interpreted as acknowledging that it is impossible for any single physician to maintain expertise in all areas. It also highlights the different historical origins of the surgeon and the physician.
  7. To keep the good of the patient as the highest priority. There may be other conflicting 'good purposes,' such as community welfare, conserving economic resources, supporting the criminal justice system, or simply making money for the physician or his employer that provide recurring challenges to physicians
http://www.worldallergy.org/educational_programs/world_allergy_forum/barcelona2008/rabe/

Images

Browse Categories by List Form:

Allergic Skin Disorders

Allergic conditions such as eczema and contact dermatitis

Bacterial Skin Diseases

Disorders caused by bacterial infections such as acne and folliculitis

Bites and Infestations

Insect bites, stings and infestations such as scabies & head lice

Diseases of Pigment

Pigment conditions such as jaundice, melasma and birthmarks

Fungal Skin Disease

Disorders such as ringworm, athletes foot and yeast infections

Medical Anatomy

Illustrations of various human anatomy

Noncancerous, Precancerous & Cancerous Tumors

Skin disorders such as moles, skin tags and various skin cancers

Papules, Scales, Plaques and Eruptions

Skin conditions such as psoriasis, diaper rash and poison ivy

Scalp, Hair and Nails

Conditions such as dandruff, ingrown toenails and premature gray hair

Vascular, Lymphatic and Systemic Conditions

Affecting the blood vessels, tissues, organs or the entire body

Viral Skin Disease

Disorders caused by viruses such as shingles, cold sores and measles

Additional Skin Conditions

A collection of various skin disorders and images

MedWorm: ENT & OMF

Archives of Facial Plastic Surgery recent issues

Archives of Otolaryngology recent issues

Archives of Dermatology recent issues

Archives of Pediatrics recent issues

ANATOMY

ANATOMY OF THE
HEAD AND NECK